Quarta-feira, 22 de Julho de 2009
Música- Festival Raízes do Atlântico 2009
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Etiquetas: Música, Raízes do Atlântico
Terça-feira, 21 de Julho de 2009
Festejando - Prêt-à-Porter
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Musicando - Prince e Ana Moura
A fadista Ana Moura e o músico pop Prince, que esteve na segunda-feira em Lisboa, projectam trabalhar juntos, disse à Lusa fonte próxima dos artistas, sem adiantar outros pormenores.
Prince esteve na passada segunda-feira em Lisboa, acompanhado pela fadista, a quem elogiou já publicamente "a sensualidade da voz".
Em Maio passado,o músico norte-americano deslocou-se propositadamente a Paris para assistir ao espectáculo da criadora de "Búzios" na prestigiada sala La Cigale.
Prince não participará no próximo disco de Ana Moura, a sair no próximo Outono, "mas é seguro que estão os dois a trabalhar num projecto conjunto", disse a mesma fonte.
O cantor confessou recentemente em Montreux, onde participou no Festival de Jazz, "ser fã de Ana Moura".
Prince afirmou-se "impressionado" com a forma como a fadista, vencedora do Prémio Amália Rodrigues do ano passado, "cativa as plateias".
A estrela pop considera "notável" as prestações em palco de Ana Mourão "apenas acompanhada por três músicos".
Na segunda-feira, o trabalho em conjunto de Ana Moura e Prince foi conhecer a noite lisboeta, tendo os dois estado no Bairro Alto e na Avenida 24 de Julho.
Ana Moura já colaborou com a banda britânica The Rolling Stones, com a qual actuou no Estádio de Alvalade, em Julho de 2007.
Este mês foi editado o álbum "Stones world", um projecto do saxofonista Tim Ries baseado na música da banda, que conta com a participação de Ana Moura em dois temas, "No expectations" e "Brown sugar".
A próxima actuação da fadista está prevista para 30 de Julho no Parque do Império em Mirandela (Bragança), e no dia seguinte em Oliveira do Hospital (Coimbra), no Parque do Mandanelho.
Lusa
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Segunda-feira, 20 de Julho de 2009
Musicando - Festival de Músicas do Mundo de Sines
O maior festival português do género e um dos maiores do mundo, Quem estiver por aquelas bandas não perca. Aqui fica o programa:
Programa
PORTO COVO
Palco junto ao Porto de Pesca
Sexta-feira, 17 de Julho
O’Questrada (Portugal), 21h30
Rupa & The April Fishes (EUA), 23h00
Circo Abusivo (Itália), 00h30
Sábado, 18 de Julho
Victor Démé (Burkina Faso), 21h30
The Ukrainians (Reino Unido), 23h00
Dele Sosimi Afrobeat Orchestra (Nigéria/Reino Unido), 00h30
Domingo, 19 de Julho
Wyza (Angola), 21h30
Orquesta Típica Fernández Fierro (Argentina), 23h00
Daara J Family (Senegal), 00h30
SINES
Segunda-feira, 20 de Julho
Mor Karbasi (Israel/Reino Unido), 22h00, Centro de Artes de Sines
Portico Quartet (Reino Unido), 23h30, Centro de Artes de Sines
Terça-feira, 21 de Julho
Corneliu Stroe & Aromanian Ethno Band (Roménia), 22h00, Centro de Artes de Sines
Carmen Souza (Portugal/Cabo Verde), 23h30, Centro de Artes de Sines
Quarta-feira, 22 de Julho
Mamer (China), 18h30, Centro de Artes de Sines
Trilhos - Novos Caminhos da Guitarra Portuguesa (Portugal), 21h00, Castelo
Janita Salomé (Portugal), 22h15, Castelo
Uxía (Galiza), 23h30, Castelo
Acetre (Extremadura), 00h45, Castelo
L’Enfance Rouge (França/Itália/Tunísia), 02h30, Av. Vasco da Gama
Quinta-feira, 23 de Julho
Assobio (Portugal), 18h00, Centro de Artes de Sines
Alô Irmão - Narf & Manecas Costa (Galiza/Guiné-Bissau), 19h30, Av. Vasco da Gama
Hanggai (China), 21h30, Castelo
Chucho Valdés Big Band (Cuba), 23h00, Castelo
Kasaï Allstars (RD Congo), 00h30, Castelo
Damily (Madagáscar), 02h30, Av. Vasco da Gama
Sexta-feira, 24 de Julho
Paulo Sousa (Portugal), 18h00, Centro de Artes de Sines
Njava (Madagáscar), 19h30, Av. Vasco da Gama
Warsaw Village Band (Polónia), 21h30, Castelo
Debashish Bhattacharya (Índia), 23h00, Castelo
Cyro Baptista “Beat the Donkey” (Brasil/EUA), 00h30, Castelo
Chicha Libre (EUA), 02h30, Av. Vasco da Gama
Sábado, 25 de Julho
Melech Mechaya (Portugal), 18h00, Centro de Artes de Sines
Bibi Tanga & The Selenites (Rep. Centro-Africana/França), 19h30, Av. Vasco da Gama
James Blood Ulmer (EUA), 21h30, Castelo
Alamaailman Vasarat (Finlândia), 23h00, Castelo
Lee “Scratch” Perry (Jamaica), 00h30, Castelo
Speed Caravan (França/Argélia), 02h30, Av. Vasco da Gama
INICIATIVAS PARALELAS
Exposição “Caravançarai: 10 anos de FMM em fotografia”Ciclo de cinema documental
Ateliês para crianças
Conversas com artistas
Ateliês de instrumentos
DJ’S
Encontro com os escritores Mia Couto e José Eduardo Agualusa
Skalabá Tuka: Animação de rua
Apresentação do livro “Música nas cidades”
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Cinema - DocLisboa
O festival DocLisboa, a realizar em Outubro, prescindiu do apoio editorial e financeiro da RTP 2, no valor de vários milhares de euros. O anúncio foi feito ontem por Sérgio Tréfaut, que justificou a decisão alegando que "a RTP não é um serviço público e não dá o melhor ao público", disse na apresentação do evento.
O director do certame criticou ainda a RTP 2 por exibir programas do National Geographic enquanto documentários quando, na sua opinião, são "enlatados de baixo custo", e estendeu as acusações ao ministro da Cultura, António Pinto Ribeiro, que classificou de "uma espécie de fantasma". A "relação" entre DocLisboa e RTP durou "três ou quatro anos", adiantou, defendendo que o serviço público de uma televisão deveria incluir, por lei, o apoio ao documentário.
Em resposta, Jorge Wemans, director da RTP 2, disse à Lusa que ficou "surpreendido" com a decisão, que "não valoriza o esforço inédito que a RTP tem feito". Segundo Wemans, em 2008, o canal público estreou 25 documentários nacionais.
Na sua sétima edição, o DocLisboa realiza-se de 15 a 25 de Outubro, na Culturgest e cinemas S. Jorge e Londres, exibindo cerca de 150 filmes, 80 dos quais em competição. Até Setembro, a organização terá de visionar mais de 1300 filmes, um recorde na história do festival. Da programação faz parte uma homenagem ao cineasta lituano Jonas Mekas e ainda um ciclo dedicado aos Balcãs.
Nesta edição o DocLisboa tem novo parceiro. Trata-se do Museu Rainha Sofia de Madrid. "É uma parceria que nos deixa felizes porque partilha os mesmos objectivos", afirmou Tréfaut.
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Sábado, 18 de Julho de 2009
Musicando - OCM
A Orquestra Clássica da Madeira (OCM) dá hoje, pelas 21h30, um concerto ao ar livre no Funchal, mais precisamente na 'placa central' da Avenida Arriaga, nas traseiras do Palácio de São Lourenço, perto do Club Sports Madeira. O evento destina-se, precisamente, a assinalar 50 anos de realização do Rally Vinho da Madeira, e também o centenário do Club Sports Madeira.
Do programa constam obras interessantes, nomeadamente as 'Danças Sinfónicas' de 'West Side Story', obra do famoso maestro e compositor norte-americano Leonard Bernstein; a marcha 'Pompa e Circunstância', do britânico Edward Elgar, e o conhecidíssimo 'Bolero' de Maurice Ravel.
Este concerto (para o qual haverá um número significativo de lugares sentados disponíveis para a população em geral, de acordo com Paulo Fontes, presidente do CSM) apresenta-se como um convite ao público a partilhar com esta colectividade a comemoração das já referidas efemérides. Além disso, constitui uma boa oportunidade para a divulgação da música erudita, uma celebração que decorre ao som de peças famosas. E ajuda a animar o centro da cidade. Rui Massena, maestro da OCM, promete ainda que haverá uma certa dose de imprevisto - este será um "concerto com várias surpresas", promete.
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Quinta-feira, 16 de Julho de 2009
Quarta-feira, 15 de Julho de 2009
Animando
CoolFeel Band
no Kool Klub,
e depois
a selecção musical deste vosso amigo até às tantas!!!!
Apareçam!!!!!
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Sábado, 11 de Julho de 2009
Expondo - Sainz-Trueva
Escreve Luís Rocha no DN/Madeira de hoje:
A exposição 'A Experiência da Forma' encontra-se patente ao público, desde o passado dia 3, no Centro das Artes Casa das Mudas, na Calheta. A mostra reflecte uma visão assumidamente pessoal do director de serviços de Museus da DRAC, Francisco Clode de Sousa, sobre a colecção do MAC - Museu de Arte Contemporânea (Fortaleza de São Tiago), do qual, aliás, já foi director. A ideia é proporcionar uma perspectiva ampla sobre a colecção, favorecida pelos grandes espaços expositivos do Centro das Artes, já que na Fortaleza de São Tiago, as limitações físicas dificultavam essa perspectiva de conjunto. José de Sainz-Trueva, actual director do Museu de Arte Contemporânea do Funchal, considera que se trata de uma "relevante mostra", que "apresenta uma parte substancial da colecção" do Museu, embora não toda, e diz que a mesma "integra-se no vasto rol de objectivos programáticos do Museu de Arte Contemporânea do Funchal, que tem como vectores fundamentais o estudo, enriquecimento, conservação e divulgação do seu acervo", constituído por obras de arte portuguesa desde a década de 60 até à actualidade, "sem esquecer a divulgação e apoio à produção local contemporânea".
Exposição sem novas aquisições
Porém, aproveita para apontar que esta exposição não inclui novas aquisições, "que não são feitas, por restrições orçamentais, desde 2006". E diz que o conjunto de obras agora expostas na Calheta "foi já amplamente divulgado em exposições rotativas no Museu [de Arte Contemporânea], prática habitual desde a sua inauguração em 1992, já lá vão 17 anos". Trueva duvida também da eficácia de 'A Experiência da Forma' para a divulgação da arte: "Não tenho dúvidas de que os estrangeiros de passagem pela Calheta não deixarão de entrar no Centro das Artes. Já quanto ao público madeirense, com raros hábitos no que se refere à frequência de museus e exposições, e, no caso concreto, ainda com grande resistência no que diz respeito à arte contemporânea, infelizmente não farão certamente os largos quilómetros que separam a Calheta do Funchal para ver esta mostra". Não quando "têm esta colecção à mão de semear na Fortaleza de São Tiago, e não a visitam". E acrescenta: "estatisticamente, o Museu de Arte Contemporânea é o terceiro mais visitado da Região ". Só que "é o público estrangeiro quem perfaz 80% dos seus utentes". Os outros 20% são alunos das escolas "que frequentam o nosso serviço educativo".
José de Sainz-Trueva julga que, para realizar-se uma mais abrangente divulgação da arte contemporânea na Madeira, "teria sido fundamental que o Centro das Artes Casa das Mudas, desde o início da sua actividade, paralelamente a todas as acções que já realizou, tivesse, de raiz, constituído uma orientada colecção de arte contemporânea portuguesa". Em sua opinião, "ficaria mais rico o património cultural madeirense, ganharia o Museu de Arte Contemporânea, cujo acervo artístico está historicamente ligado à cidade do Funchal e aos seus prémios pioneiros de artes plásticas, realizados em 1966/67: nasceriam novas parcerias, outras valências e exposições e multiplicação de públicos".
Não deixa de enfatizar "o papel que a galeria Porta 33 poderia desempenhar neste novo triângulo dinamizador das artes contemporâneas, numa Região que devia ainda mais afirmar-se na aposta do turismo cultural".
José de Sainz-Trueva diz que o aparecimento de novas colecções públicas de arte contemporânea ou de privadas que passam a públicas é um fenómeno que se começou a generalizar. Cita a colecção António Cachola em Elvas, a Fundação António Prates em Ponte de Sor, as colecções da Caixa Geral de Depósitos, da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, da Fundação PLMJ, ou, à escala internacional, as colecções Bernard Arnault, ou François Pinault, instalada no Palácio Grassi em Veneza, e onde está representada a artista Joana Vasconcelos (de quem pode agora ser vista uma "interessante escultura" da colecção do MAC na mostra 'A Experiência da Forma' no Centro das Artes a obra 'Brush Me', "obra essa que figurará na monografia dedicada à artista, a ser editada pela BIAL, prefaciada por Paulo Cunha e Silva, adido cultural de Portugal na Embaixada de Roma".
Luís Rocha
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Cinema - Curta Premiada em Cannes
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Sexta-feira, 10 de Julho de 2009
Musicando - Depeche Mode
Cancelado concerto dos Depeche Mode no Porto.
A Música no Coração já confirmou o cancelamento do concerto dos Depeche Mode marcado para o Porto.
A justificação prende-se com uma lesão no músculo da perna de Dave Gahan que obriga a banda, por indicação médica dada ao vocalista, a cancelar os dois últimos concertos da digressão europeia, que incluíam o concerto de dia 11 de Julho no Super Bock Super Rock no Porto. Todos os restantes concertos mantêm-se como previsto.
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Teatrando - Teatro D. Maria II
A Sala Garrett vai estrear em Setembro (dia 10) «O Camareiro», de Ronald Harwood («O Pianista»), com encenação de João Mota. Sobem ao palco Alexandre Lopes, Carlos Paniágua, José Neves, Maria Ana Filipe, Maria Amélia Matta, Paula Mora, Ruy de Carvalho e Virgílio Castelo, entre outros.
«Afonso Henriques», a partir de um poema épico de tradição oral, conta com recolha, dramaturgia, encenação e espaço cénico de João Brites. A estreia é no dia 14 de Outubro, trazendo ao palco Ana Brandão, Guilherme Noronha, Miguel Jesus, Nicolas Brites e Sara de Castro.
A 31 de Outubro chega «Darwin… tra le Nuvole», a partir de uma ideia de Stafano de Luca (que também encena) e de Giulio Giorello. Os actores são Andrea Germani, Adrea Luini, Clio Cipolletta, Gabriele Falseta e Silva Pernarella.
Já na Sala Estúdio, chega dia 3 de Setembro «Ego», de Mick Gordon e Paul Broks, com encenação de João Pedro Vaz. Actuam Catarina Lacerda, Gonçalo Waddington e António Fonseca.
«Vincent Van Gogh», encenada por José Carlos Garcia, estreia a 14 de Outubro, com Ángel Fragua, Noelia Dominguez e Sérgio Agostinho.
Ángel Fragua é encenador de «Mamã», que estreia dia 28 de Outubro, levando ao palco Noelia Dominguez e Luís Filipe Santos.
«Limiar» estará em cena a partir de dia 12 de Novembro, com encenação e dramaturgia de João Silva. No elenco figuram Estela Augusto, Filipe Carmo, Manuel Almeida, Noé Mingos, Olga Varandas, Pascoal Barros, Sandra Santos e Vítor Correia.
in Diário Digital
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Quinta-feira, 9 de Julho de 2009
Lendo - Julieta Monginho
"A Terceira Mãe", de Julieta Monginho, editado pela Campo das Letras, venceu o Grande Prémio de Romance e Novela APE/Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas, no valor de 15.000 euros.Ao Prémio concorreram 101 obras, o maior número de sempre, de 101 escritores - 69 homens e 32 mulheres - tendo a chancela de 35 editoras, esclarece uma nota da Associação Portuguesa de Escritores (APE).
O júri, liderado pelo vice-presidente da APE, José Correia Tavares, foi constituído por Ana Marques Gastão, Annabela Rita, Armando Silva Carvalho, Cristina Robalo Cordeiro e Fernando Pinto do Amaral.
A mesma nota da APE esclarece que o júri deliberou por maioria, tendo a obra e Julieta Monginho recebido os votos de Ana Marques Gastão, Annabela Rita e Cristina Robalo, enquanto Armando Silva Carvalho e Fernando Pinto do Amaral votaram em "Myra", de Maria Velho da Costa, editado pela Assírio & Alvim.
O Grande Prémio de Romance e Novela distinguiu já 23 autores, de 16 editoras, havendo quatro autores que bisaram: Vergílio Ferreira, António Lobo Antunes, Agustina Bessa-Luís e Maria Gabriela Llansol.
O volume "Bilhetes de Colares 1982-1998 "(Assírio & Alvim), de A. B. Kotter, pseudónimo de José Cutileiro, venceu por unanimidade, o Grande Prémio de Crónica Associação Portuguesa de Escritores/C. M. de Sintra. Do júri, que se reuniu na terça-feira, fizeram parte Ernesto Rodrigues, José Manuel de Vasconcelos e Maria Augusta Silva.
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Quarta-feira, 8 de Julho de 2009
Partycipando - Mudas Live
O exterior do Centro das Artes - Casa das Mudas, na Calheta, será o anfitrião de uma festa ao ar livre, no dia 7 de Agosto, intitulada 'Mudas Live', que terá música ao vivo e actuações de artistas e DJs.
"Com o 'Mudas Live', pretendemos apresentar o Centro das Artes como um veículo catalisador de novos públicos, como um instrumento de lazer para a população local e madeirense em geral, mantendo e melhorando um evento nocturno, em que a componente cultural é conciliada com a componente lúdica e social, e a continuidade da marca ['Mudas Live'] da autoria do Centro das Artes", começa por explicar Marco Chaves, programador cultural daquele espaço.
"A componente cultural será realçada através dos 'live-acts' de guitarra, piano, saxofone e percussão, realizados por diversos artistas, através da música passada pelos DJs, como também pela apresentação de videoarte nas paredes do Centro", realça.
"Nas duas edições anteriores do 'Mudas Live', o Centro das Artes foi visitado por oito mil pessoas, sendo nossa intenção para a edição deste ano melhorar qualitativamente o evento tanto no que diz respeito à utilização do espaço como também na programação a apresentar. Queremos que a terceira edição do 'Mudas Live' eleve a componente cultural destes eventos, através da realização de diversas intervenções e actuações no espaço exterior do Centro, assim como na zona do restaurante", acrescentou.
Conforme salienta, este projecto nasce da necessidade da realização de eventos adaptados à realidade do meio, da altura veraneante em que é realizado e das excelentes condições que o Centro possui para a realização do mesmo: "Através deste evento, é nossa intenção elevar a qualidade dos eventos apresentados no exterior do Centro, com a realização de um produto inovador, de qualidade e com uma grande componente lúdico cultural, associada a este, indispensável para o sucesso deste tipo de eventos assim como da imagem de versatilidade do Centro".
A programação do 'Mudas Live' para a edição deste ano, que será divulgada oportunamente, "terá por base convidados bastante conhecidos do universo do universo nocturno da Região, assim como novos talentos que procuram o seu lugar no mercado e artistas consagrados a nível nacional", conclui.
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Terça-feira, 7 de Julho de 2009
Musicando - Anatomias Musicais
ANATOMIAS MUSICAIS II
CENTRO DAS ARTES CASA DAS MUDAS
CALHETA
Dia 11 (Sábado) às 21h30
e
Dia 12 (Domingo) às 19h00
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Segunda-feira, 6 de Julho de 2009
Musicando - Flak e Banda
08/07/09 - 4ªf KOOLTURA - Flak e banda
Concerto. Pop.Rock. PT. 00.00h
O Kool Klub Kafe apresenta esta quarta-feira, dia 8, o festival "Kool Fest." que visa assinalar o primeiro aniversário do clube a 20 de Agosto.
O evento contará com a actuação ao vivo de Flak e Banda. O guitarrista fundador dos Rádio Macau vem à Região apresentar o seu novo projecto no qual participam ainda Filipe Valentim (Rádio Macau e Wordsong), Pedro Ivo (Tacones Lejanos) e Bruno Vasconcelos (The Guys From the Caravan). No piso Klub, a selecção musical será de NUNO MORNA.
5ªf KOOLSET – Li-Polymer
Dj Set. Chill-out. Deep. House. PT. 00.00h
Warm-up. Dj/Vj Yubar. 22.30h
Li-POLYMER projectou-se recentemente na Europa ao editar "Sunset Poems", no passado dia 19 de Junho de 2009, selado pela label alemã Plusquam Division (www.myspace.com/
6ªf KOOLNIGHTS
KOOLSOUNDS @ Piso Kafé
10/07/09 – Walking Groove de Kiko Melim
Concerto. Acústico. Jazz. PT. 00.00h
11/07/09 - Sáb. KOOLNIGHTS
Noise Riders
concerto. Rock. Grunge. PT. 00.00h
OliverM (www.myspace.com/
Dj Set. Techno. House.Minimal PT. 02.00
Este sábado o destaque acontece no piso Kool. Os noise Riders prometem acabar com o silêncio. Reno (voz e guitarra), é o guia espiritual de um grupo de discipulos que tem no rock a sua religião, Luis Barreto (bateria), Cláudio Aguiar (baixo) e Paulo Silva (guitarra) são os discipulos que emitem os sons rock e grunge numa noite de dança suada.
Posteriormente, o jovem dj/produtor Oliver Maier, liberta o play para um set recheado de novidades.
B KOOL!!!!
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Cinema - Nollywood
Escreve Luís Francisco no Público online:
Produções baratas, recursos técnicos básicos, actores muitas vezes incipientes, desenrascanço geral e aposta maciça no mercado de DVD são os ingredientes que fizeram da indústria cinematográfica nigeriana uma gigante a nível mundial. Tão grande que a chamada Nollywood já ultrapassou a original norte-americana de Hollywood e só é batida em volume de negócios pela declinação indiana Bollywood. Mas esta indústria tão especial, que praticamente não coloca filmes nas salas, está agora a ser vítima da sua estratégia - a pirataria ameaça arruinar os produtores.
Estima-se que metade dos lucros da indústria esteja a ser canalizada para os bolsos dos que se dedicam à pirataria audiovisual. Em declarações à CNN.com, Emmanuel Isikaku, produtor e presidente da Film & Vídeo Producers and Marketers Association of Nigéria, garante que a "pirataria desferiu um grande golpe na indústria" e dá como exemplo a sua mais recente fita, Plane Crash, um êxito junto do público mas que não gerou receitas capazes de pagar os custos de produção: "Muita gente viu o filme, mas infelizmente fizeram-no em cópias piratas".
Que nenhum de nós conheça o filme é bastante natural. A efervescente indústria cinematográfica da Nigéria, centrada na capital comercial, Lagos, trabalha para o mercado interno (leia-se nacional e dos países vizinhos da África Ocidental). A inexistência de salas de cinema no país nunca travou o dinamismo dos produtores locais, que descobriram a receita para o sucesso: apostam em produções baratas e na imediata comercialização dos filmes em DVD, alimentando o mercado doméstico e as exibições em locais comunitários.
Cópias feitas na China
Fazer um filme custa, em média, à volta de 18.000 euros (fazem-se perto de dois mil por ano, segundo algumas estimativas) e cada cópia é vendida a 5,50 ou 6,50 euros. O que significa que os 20.000 ou 30.000 DVD que normalmente são comercializados garantem ao produtor o retorno do seu investimento. Um êxito de vendas pode chegar a decuplicar estes números. Mas, lá está, ao apostar neste sistema directo e de consumo intensivo, a indústria do cinema da Nigéria pôs-se a jeito para ser alvo dos piratas.
A economia informal da Nigéria é fortíssima e a generalização das tecnologias de compressão em vídeo permite hoje aos contrafactores porem à venda por menos de três euros discos contendo até duas dezenas de filmes (e não só de Nollywood, porque os êxitos de Hollywood também estão no cardápio). O esquema está tão bem montado que os piratas conseguem reagir em tempo útil às preferências do público: assim que uma fita começa a ter sucesso, é imediatamente enviada para a China, onde é copiada milhares de vezes e os discos reenviados para África.
O fenómeno intensificou-se de tal forma que pode vir a ser responsável pela morte da sua razão de existir. "Os novos desenvolvimentos da pirataria têm potencial para vir a obliterar por completo a indústria", analisa, ouvido pela CNN, Sylvester Ogbechie, presidente da Fundação Nollywood, com sede em Los Angeles, EUA. A ironia de tudo isto é que esta ameaça de morte surge numa altura em que o mundo começa a olhar com alguma atenção para o cinema nigeriano.
Exemplo de sucesso
Fortemente enraizadas na tradição oral africana, as produções de Nollywood não têm efeitos especiais nem cenários elaborados, vivem de um permanente espírito de desenrascanço das equipas técnicas (há sempre alguém que falta devido ao trânsito caótico de Lagos, os cortes de corrente eléctrica são rotineiros, as filmagens na rua podem ser interrompidas por gangs exigindo dinheiro ou espontâneos mais curiosos), os actores nem sempre decoraram as suas falas e os realizadores estão fortemente pressionados para despacharem a coisa em três ou quatro dias de filmagens.
Mas, apesar de tudo isto (ou talvez por isso mesmo...), estes filmes chegam directamente ao coração das populações africanas, abordando, simultaneamente, temas recorrentes da cultura popular, como a magia e a religião, e questões tão modernas como os desafios da vida urbana, a sida ou os direitos das mulheres. Argumentos mais do que suficientes para construir uma história de sucesso, traduzida na criação de uma indústria intensiva geradora de milhares de empregos, com um volume de negócios anual superior a 200 milhões de euros, e na instituição de um star system que vai muito para além das fronteiras do país e, até, do continente.
Mas, sem um circuito de exibição em salas, onde a pirataria não chega, Nollywood está particularmente vulnerável à proliferação de cópias piratas. Visto por muitos como um excelente exemplo de como a opção por sistemas simplificados de investimento pode ser a solução para gerar empregos e garantir êxito nos mercados do terceiro mundo, o cinema made in Nigeria parece estar a ser vítima da sua receita de sucesso, às mãos de um mercado paralelo que, por sua vez, ameaça matar a sua galinha dos ovos de ouro. Relação complicada, esta. Digna de um filme.
Publicada por Nuno Morna em 11:28 0 comentários
Sexta-feira, 3 de Julho de 2009
Descansando
Este blogue vai de fim-se-semana para o norte. Na segunda cá estaremos!
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Quinta-feira, 2 de Julho de 2009
Obituário - Pina Bausch
Mais uma terrível perda...
Alta e pálida, vestida de escuro, a coreógrafa alemã Philippine Bausch – que o Mundo conhecia por Pina Bausch e que morreu ontem, aos 68 anos, vítima de um cancro detectado cinco dias antes – usava o cabelo comprido e apanhado, tinha olheiras profundas e acompanhava-se de cigarros. Ajudavam a esconder a timidez e ocupavam-lhe as mãos ao ser abordada por jornalistas.
Tinha um ar distante e muitas vezes o rosto espelhava grande parte das suas coreografias, assentes em pressupostos depressivos. Não gostava de falar de si e ainda menos das suas criações. Perguntaram-lhe tantas vezes (e em tantos lugares) a razão deste ou daquele bailado que qualquer entrevista era um misto de suplício e desafio.
Nascida em 1940, começou aos 14 anos com um mestre da dança moderna alemã, Kurt Jooss, na escola de Essen, para a qual voltaria em 1962, após passar pela Juilliard School, de Nova Iorque, onde até dançou obras clássicas. Seguiria uma direcção muito diferente ao começar a coreografar no Folkwang Ballet (de Jooss), que dirige de 1969 a 1973. Um ano mais tarde funda a companhia Wuppertal Tanztheater. Desde então produziu, em média, um espectáculo por temporada. O primeiro grande êxito foi em 1975, com uma inusitada produção de ‘A Sagração da Primavera’, em que o palco estava coberto por terra molhada. A reputação não mais parou de crescer e os seus trabalhos, baseados na angústia, alienação, frustração e crueldade, questionavam ideias pré--concebidas sobre género e sexo.
Na primeira vez que veio a Lisboa, para os VIII Encontros Acarte de 1994, trouxe um conjunto notável de obras e o sucesso foi retumbante. Voltaria várias vezes, designadamente em 1998, quando criou, a convite da Expo, a belíssima peça ‘Masurca Fogo’.
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Obituário - Karl Malden
A estatueta dourada foi conquistada em 1952 e três anos mais tarde voltou a ser nomeado para o Óscar de Melhor Actor Secundário pelo seu padre Corrigan em 'Há Lodo no Cais', não conseguindo desta vez a vitória.
Traços comuns aos dois filmes foram o protagonista (Marlon Brando, que venceu o Óscar de Melhor Actor no ano em que Malden foi derrotado, invertendo-se o que acontecera com 'Um Eléctrico Chamado Desejo') e o realizador, Elia Kazan, que obteve o prémio mais desejado por 'Há Lodo no Cais'.
Além destes dois papéis, Karl Malden fica para a história do 'show business' pelo sucesso da série de televisão 'Ruas de São Francisco', do início dos anos 70, onde era um detective veterano ao lado de um jovem Michael Douglas.
Karl Malden foi o presidente da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood entre 1989 e 1992, culminando uma carreira que começou no teatro.
Filho de dois imigrantes, um sérvio e uma checa, nasceu em Chicago em 1912. O seu nome de baptismo era Mladen Sekulovich e chegou a trabalhar como operário industrial.
Publicada por Nuno Morna em 20:11 0 comentários
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Musicando - Funchal Jazz 09
Porque é que nomes grandes do Jazz mundial como são Maria João, Mário Laginha e Bernardo Sassetti nunca passaram pelo nosso festival? Estranho, não?
Publicada por Nuno Morna em 14:02 0 comentários
Etiquetas: Funchal Jazz 09, Música
Quarta-feira, 1 de Julho de 2009
Lendo - Miguel Sousa Tavares
«Ali estavas tu, então, tão nova que parecias irreal, tão feliz que era quase impossível de imaginar. Ali estavas tu, exactamente como te tinha conhecido. E o que era extraordinário é que, olhando-te, dei-me conta de que não tinhas mudado nada, nestes vinte anos: como nunca mais te vi, ficaste assim para sempre, com aquela idade, com aquela felicidade, suspensa, eterna, desde o instante em que te apontei a minha Nikon e tu ficaste exposta, sem defesa, sem segredos, sem dissimulação alguma.»
«Parecia-me que já tínhamos vivido um bocado de vida imenso e tão forte que era só nosso e nós mesmos não falávamos disso, mas sentíamo-lo em silêncio: era como se o segredo que guardávamos fosse a própria partilha dessa sensação. E que qualquer frase, qualquer palavra, se arriscaria a quebrar esse sortilégio.»
«Eu sei que ela se lembra, sei que foi feliz então, como eu fui. Mas deve achar que eu me esqueci, que me fechei no meu silêncio, que me zanguei com o seu último desaparecimento, que vivo amuado com ela, desde então. Não é verdade, Cláudia. Vê como eu me lembro, vê se não foram assim, passo por passo, aqueles quatro dias que demorámos até chegar juntos ao deserto.»
Apresentado como «Quase Romance», No Teu Deserto terá apenas 128 págs.
Publicada por Nuno Morna em 19:24 0 comentários
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